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Populismo e as duas grandes guerras mundiais

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Populismo na América Latina O Começo da I Guerra Mundial Guerra nas trincheiras As bombas atômicas Consequências da II Guerra Exercício I Exercício II Exercício III

ERAS VARGAS

SIMULADO ERAS VARGAS

PRIMEIRA REPÚBLICA

QUIZ PRIMEIRA REPUBLICA

Ensaio sobre a cegueira estética

É infelizmente comum que quando eu elogio uma pessoa de linda ou dou uma cantada ou algo do tipo achem que estou zoando dela. Tudo porque não se veem assim. É o que eu chamo de cegueira estética midiática, quando a pessoa é tão bombardeada por um único tipo de beleza estética hegemônica socialmente que ela acaba perdendo a noção de beleza e não consegue de forma alguma se ver como  bela. Elas perdem a percepção de beleza e da diversidade estética com o qual ela se apresenta. Estas pessoas sofrem de uma uniformidade visual (uma única visão do que é belo). Elas se veem no espelhos todas as manhã e noites e são cegas para suas belezas. O olhar delas foi educado para cega-las diante da própria beleza. É crucial reeducarmos os seus olhares para verem a beleza em todas as suas cores e formas.

O HISTORIADOR COMO MEMORIALISTA : REFLEXÕES TEORICAS E METODOLOGICAS

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Por Cláudio Correia de Oliveira Neto Historiador Licenciado- UFRN Técnico de Nível Médio Integrado em Controle Ambiental- IFRN correia.claudio@rocketmail.com A proposta deste texto é discutir a atuação dos profissionais de história em projeto de memória, centro de memória e memorial. Irei dividir esta discussão em dois textos complementares. Este primeiro me deterei a realizar reflexões teóricas e metodológicas sobre nossa ação. O segundo será análise de casos concretos em memoriais. Em ambos os casos priorizarei os memoriais. CONCEITUALIZANDO             É necessário pontuar duas questões conceituais:  1. O conceito de memória que utilizarei   2. As definições de projeto de memória, centro de memória e memorial.  Aqui adoto a concepção de Le Goff de Memória, compreendida como sendo a propriedade de conservar certas informações pelas quais os homens atualizam suas impressões ou informações pass...

O PLANO DE AULA DE HISTÓRIA: UMA PROPOSTA A PARTIR DO MÉTODO HISTÓRICO

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Por Cláudio Correia de Oliveira Neto Historiador Licenciado- UFRN Técnico de Nível Médio Integrado em Controle Ambiental- IFRN correia.claudio@rocketmail.com              Os planos de aula são instrumento de planejamento e controle de uma sequência didática que tem como objetivo a aprendizagem dos alunos. Existe uma grande diversidade de tipos de planos de aulas que variam de acordo com a instituição de ensino, objetivo, concepções pedagógicas e até mesmo de acordo com a personalidade do profissional envolvido. Outro fator variável é a disciplina ou área do conhecimento em que está inserido.             Nossa ideia é discutir uma proposta de plano de aula que atenda a um conjunto de interesses da área de conhecimento da história escolar. Ora, entre o conjunto de objetivos socialmente definidos para o ensino de História um dos que mais se sobressai é a de instru...

QUATRO VÍDEOS PARA PENSAR O PARADIGMA RELIGIOSO

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O PRIMEIRO MENTIROSO  Enredo: The Invention of Lying (br: O Primeiro Mentiroso / pt: A Invenção da Mentira) é um filme americano de 2009, dirigido por Matthew Robinson, escrito e estrelado por Ricky Gervais. O filme se passa em um mundo onde as pessoas só falam a verdade e não existe o conceito de enganação, um homem que está prestes a perder tudo inventa uma mentira e não muda só a natureza das coisas, mas cria a base da religião. Comentário: O filme nos leva a questionar o papel da verdade na nossa sociedade e a função social da mentira/ ficcionalidade na construção de sentido de existência. Diante do medo da mãe frente a morte o protagonista a convence que ela irá para um lugar melhor. Link para assistir completo: Clique aqui Trailer:                                                              ...