Por Cláudio Correia de Oliveira Neto Historiador – UFRN Técnico de Nível Médio Integrado em Controle Ambiental – IFRN Mestrando em História – UFRN Bacharelando em Ciências Sociais – UFRN O Trabalho como aquilo que dá sentido à vida e que dignifica o homem é uma invenção muito recente na história humana. Na mitologia greco-judaíca-cristã o trabalho é sempre um castigo. No pentateuco, mais especificamente no livro de Gênese o trabalho é a pena a qual os seres humanos são condenados pela quebra da aliança com deus. Nas narrativas míticas gregas e romanas a figura do deus do trabalho é bem significativa. Seja Hefestos no mundo grego ou Vulcano no mundo romano, o deus do trabalho é uma figura feia, peluda e manca. Toda a estética da população mais humilde forma a imagem do deus que representa o trabalho. De tão insignificante nem mesmo tem o direito de frequentar o monte Olimpo ainda que seja ele o primogênit...
A INTERPRETAÇÃO Para a História interpretar é Construir Sentido Histórico. É dá sentido a uma ação do presente a partir da construção de um passado baseado na fonte. A interpretação é uma resposta ao problema gerador da pesquisa. E por ser baseadas em Teorias e Historiografias distintas uma mesma fonte quando consultada por Historiadores diferentes produzirá interpretações diferentes, pois cada um dará o sentido que sirva aos seus interesses sejam acadêmicos, políticos ou pessoais. O que todos têm em comum é que estão subordinados a fonte e ao método histórico (problematizar, analisar a fonte, produzir uma interpretação). Ainda que se faça criticas a determinada interpretação está crítica passa o método (a problemática foi mal formulada, a fonte não sustenta a interpretação, outras fontes surgem e colocam em xeque a interpretação) [1] . Próxima postagem sobre PRODUÇÃO HISTÓRICA [1] Por trata-se de método cientifico, o método histórico supõe, como única verdade, que...
Cláudio Correia de Oliveira Neto correia.claudio@rocketmail.com Historiador – UFRN Especializando em EJA no contexto da diversidade- IFRN Mestrando em História – UFRN Técnico de Nível Médio Integrado em Controle Ambiental – IFRN Izabel Corrêa ao discutir transparência e democracia traz uma importante contribuição a discussão ao introduzir o elemento tecnológico como elemento chave para uma nova postura de cidadania ativa ao usar estas ferramentas para fiscalizar as atividades e gastos parlamentares. Outro importante elemento que ela trouxe foi a desconfiança como força positiva capaz de produzir ou induzir a produção de tecnologias que auxiliem o cidadão a cuidar dos recursos públicos e cobrar providencias. As novas tecnologias da comunicação e informação (NTICs) possibilitaram estender as formas de participação no espaço público. A retomada do espaço público é um marco significativo na contemporaneidade, desde a idade moderna o que se via era um crescente processo d...
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